Por tipo de negócio
Instagram para lanchonete: como fazer a foto do lanche vender
Por que a foto do seu lanche não dá fome, o que postar cada dia da semana e a legenda pronta pra copiar. Guia direto pra dono de lanchonete.
O que postar sem ferir o código de ética, como falar de terapia sem sensacionalismo e a legenda pronta.

O QUE VOCÊ VAI VER AQUI
Quem procura terapia quase sempre está em dúvida sobre começar, não sobre com quem. O trabalho do seu perfil é responder as perguntas silenciosas — como funciona, quanto tempo dura, se é sigiloso — e não convencer ninguém de nada.
É por isso que o conteúdo informativo funciona tão bem aqui: ele reduz a distância sem prometer nada. E é justamente o que o código de ética permite.
Estas são as ideias que funcionam neste ramo — não é lista genérica de rede social. Salve esta página e volte quando travar na frente do celular.
Arte boa neste ramo não é a mais enfeitada — é a que a pessoa entende rolando o feed, sem parar. Três regras que valem mais que qualquer filtro:
O teste do polegar
Olhe a arte no celular, do tamanho que ela vai aparecer no feed, com o braço esticado. Se você não consegue ler a frase principal em 2 segundos, o texto está pequeno ou tem coisa demais na tela. Esse teste sozinho conserta a maior parte das artes amadoras.
A legenda tem três partes: a primeira linha (que é a única que aparece antes do “mais”), o meio (que explica) e o convite (o que a pessoa faz agora). Sem a terceira, o post informa e não vende.
EXEMPLO PRONTO — Psicólogo
Como é a primeira sessão 🌿 Uma conversa. Você conta o que te trouxe até aqui, no seu tempo, e a gente combina como vai funcionar o acompanhamento. Não precisa saber explicar direito o que está sentindo — isso a gente constrói junto. Atendimento presencial e online. Agende pelo direct 💬 #psicologia #terapia #saudemental #autoconhecimento #psicologo
Troque os dados pelos seus e repare: ela não usa palavra difícil, não promete o que não pode e termina dizendo exatamente o que fazer.
O seu ramo é o que menos combina com promoção — e o CFP tem regras específicas sobre isso. O que funciona é informar bem sobre formas de atendimento (online, presencial), sigilo e como começar. Facilitar o primeiro passo vale mais que qualquer condição especial.
Preço riscado que nunca foi cobrado é crime
Anunciar “de R$ 200 por R$ 100” quando os R$ 200 nunca foram praticados é publicidade enganosa (CDC art. 37 §1º e Decreto 5.903/2006) — e é o caso que o Procon mais autua. Se o preço cheio existiu de verdade, pode riscar. Se não existiu, anuncie só o valor da promoção: converte quase igual e não te expõe.
Falar de caso clínico
Mesmo sem nome, é quebra de sigilo. Fale do processo, dos conceitos e de como funciona — nunca de atendimentos.
Prometer superação ou prazo
“Vença a ansiedade em 30 dias” fere o código e cria expectativa impossível. É o post que mais dá problema no ramo.
Sumir por vergonha de se divulgar
Divulgar dentro das regras não é antiético — é o que permite que quem precisa te encontre. O silêncio total só ajuda quem faz errado a ocupar o espaço.
20h às 23h é a janela mais forte — é quando as pessoas ficam com os próprios pensamentos. Domingo à noite também rende.
E a frequência importa mais que o horário: três posts por semana, sempre, rende mais que dez numa semana e nada por vinte dias. O Instagram entrega melhor quem aparece com constância, e o cliente só lembra de quem ele vê.
Seguidor comprado não compra nada e ainda derruba a entrega do seu perfil. O que funciona é bem menos glamouroso e bem mais barato:
Você acabou de ler umas quinze coisas pra fazer. Na vida real, quem tem consultório de psicologia tem cliente na frente, telefone tocando e fornecedor pra atender — e o Instagram fica pra “depois”, que nunca chega.
É exatamente esse buraco que o AutoPubli preenche: ele já sabe o que do seu consultório vende e pra quem, escolhe o assunto do dia, monta a arte a partir de uma foto do seu celular, escreve a legenda com as hashtags e publica ou agenda. O trabalho que sobra pra você é tirar a foto.
Posso postar depoimento de paciente?
Não. O CFP não permite, e é quebra de sigilo. O caminho é falar do processo e do seu jeito de trabalhar.
Preciso aparecer no perfil?
Ajuda muito: a escolha do psicólogo é pessoal, e ver o rosto e ouvir a voz reduz a insegurança de marcar.
Posso usar termos como “ansiedade” e “depressão”?
Pode, como informação. O que não pode é diagnosticar pela internet, prometer cura ou usar o sofrimento como apelo de marketing.
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